Bom dia para quem já percebeu que crescer é fácil. Difícil é sustentar.

Na edição de hoje:

• Por que crescer não é o mesmo que vencer
• O que empresas duradouras fazem de forma diferente
• Disciplina, foco e método como vantagem competitiva
• Um livro que muda a forma de pensar gestão e planejamento

Vamos lá?

Jim Collins não escreveu Empresas Feitas para Vencer para inspirar empresários.
Ele escreveu porque algo não fechava.

Durante anos, Collins estudou empresas que tinham tudo para dar certo: bons produtos, bons líderes, bons números. E que, mesmo assim, estagnaram ou desapareceram. Ao mesmo tempo, outras, aparentemente comuns, construíram resultados extraordinários por décadas.

A pergunta que deu origem ao livro não foi “como crescer”.
Foi mais incômoda:

Por que algumas empresas vencem de forma consistente… e outras apenas sobrevivem?

A resposta levou mais de cinco anos de pesquisa, milhares de dados analisados e uma constatação desconfortável: não existe crescimento sustentável sem disciplina.

Um dos primeiros mitos que o livro desmonta é o de que crescer resolve problemas.
Na prática, crescer sem método apenas acelera o colapso.
Escala amplia virtudes e amplia erros.

Empresas feitas para vencer não são as que crescem mais rápido.
São as que crescem sem perder controle, clareza e coerência.

Outro ponto que surpreende quem lê o livro pela primeira vez é a ordem das decisões.
Empresas vencedoras não começam perguntando para onde vão.
Começam perguntando quem vai com elas.

Antes de falar em mercado, produto ou expansão, elas ajustam liderança, responsabilidades e critérios de decisão.
Porque estratégia certa com pessoas erradas não funciona.
E estratégia mediana com pessoas certas evolui.

O livro também traz um dos conceitos mais poderosos já escritos sobre gestão: o Paradoxo de Stockdale.

Empresas feitas para vencer encaram a realidade como ela é: números ruins, gargalos, decisões adiadas, erros do passado. Sem perder a convicção de que vão vencer no longo prazo.

Nem otimismo ingênuo.
Nem pessimismo paralisante.

Planejamento nasce da verdade, não da esperança.

Outro aprendizado central é o foco radical.
Jim Collins mostra que empresas vencedoras sabem exatamente no que podem ser realmente excelentes, o que sustenta economicamente o negócio e o que faz sentido manter ao longo do tempo.

Todo o resto vira distração.

Elas dizem não com facilidade.
E é isso que torna seus resultados previsíveis.

Por fim, o livro desmonta a ilusão da genialidade.
Empresas feitas para vencer não dependem de ideias brilhantes ou movimentos espetaculares.

Elas vencem porque executam o básico com excelência, acompanham números com consistência e tomam decisões pequenas, mas corretas, todos os dias.

Não existe grande salto.
Existe acúmulo disciplinado de boas escolhas.

Para quem quer aprofundar, Empresas Feitas para Vencer, de Jim Collins, é leitura obrigatória.

Não é um livro para ser lido com pressa.
É para ser estudado, marcado e relido.

Como diz Jim Collins:

O bom é inimigo do ótimo.

Empresas não quebram por falta de talento.
Quebram por aceitar o bom por tempo demais.

Vencer não é um evento.
É um sistema.

Até a próxima semana 👋

By Kaline Marchiori

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